A mente harmonizada: o equilíbrio entre esforços ativos e passivos

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Em nosso texto Siga o exemplo dos grandes cientistas e leia menos propusemos que os bem sucedidos intelectualmente tem em comum a característica de se dedicaram mais a esforços ativos (organizar idéias, resolver exercícios, escrever blogs, etc) que passivos (assistir TV, ler, ouvir música, etc).

Com o intuito de impedir que algum leitor se esgote mentalmente por “sugestão nossa”, lembramos que para tudo na vida é necessário equilíbrio. Como vai escrito em nossas mensagens de MSN, nada pode ficar de fora e nada pode existir em excesso.

Schopenhauer disse que não é lendo que absorvemos conhecimentos, assim como não é engolindo que nos alimentamos, mas é pela absorção dos nutrientes, sejam eles alimentares ou intelectuais, que a pessoa se desenvolve.

Utilizando a mesma metáfora digestória, segue-se que aquele que mantem-se sempre em atividades passivas (engolindo, lendo) adoecerá por excesso, assim como, aquele sempre na ativa (absorvendo, escrevendo) sofrerá de inanição.

Concluímos sugerindo que o leito busque por uma correta organização de tempo que o ajude a ser harmonizado mentalmente, intercalando esforços passivos e ativos.

Credito da imagem: Garrett Lisi um físico teórico surfista que vive em Maui em quem botamos mó fé.

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