O que queremos ser quando blogar?

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Tenho 93,58% de certeza que não somos os único que acordam na segunda como crítico de cinema, auterofilista na terça, vão dormir geneticista na quarta e se imaginam em congressos sobre cognitivismo aplicado ao desenvolvimento de ambientes de trabalho acadêmico na quinta (só pra começar a semana). Mas, conciliar ter bater que bater ponto todo santo dia de semana numa faculdade, escritório e afins com esse lado multitarefas, faz qualquer idéia de necessidade de foco passar longe. Na outra mão (soa melhor em inglês), deixar de lado estes impulsos de se sentir conectado com tudo no mundo pode ser muito frustrante.
Para tentar resolver este problema, podemos recorrer à nossa prática favorita aqui no Theoretical Something:

  • Pedir ajuda aos clássicos

Particularmente, as referências que nos vem em mente no momento são Jesus, Buda, Dirac e Leonardo da Vinci.
Pesquisando sobre Jesus temos que o que importa é cuidar do dia de hoje, pois o amanhã já tem suas preocupações. De Buda temos que toda as satisfações e problemas nascem e terminam dentro da mente. Lembrando Dirac, tomamos nota de que a busca pela satisfação estética é uma boa direção a seguir mesmo em áreas como matemática e física de partículas. Com Leonardo, temos  vários cadernos cheios de notas em uma ordem (aparentemente) inexistente sobre assuntos que vão de pintura, à astronomia, passando por botânica, escultura, música, engenharia militar e tudo aquilo que algum dia na vida já quisemos fazer.
Legal, agora como juntar tudo que aprendemos e resolver nosso problema de crise de personalidade profissional? Nossas conclusões nos levam a pensar em

  • Escrever para agradar nossas mentes no momento com algo bonito sobre o assunto que der na telha.

Normalmete, nossas necessidades de encarnar o zoólogo experimental não são muito profundas, bastando, para tanto, fazer alguma coisinha para satisfazer, como escrever um post. Quando a vontade de se tornar piloto de avião comercial é mais séria, escrever um texto sobre as espectativas, prós e contras também pode ajudar.
Portanto, esperamos que nossos leitores não se incomodem se uma vez ou outra convidarmos um político, mecânico, cozinheiro e professor de ikebana para fazer uns posts por aqui.

Se alguém tiver outras idéias sobre como manistestar necessidades intelectuais sem compromisso e perda de foco no trabalho, por favor, compartilhe-as conosco.

Credito da imagem: aqui

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