Descanse em paz, EU!

March 3, 2013 by

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Sabe, eu sou do tipo que acredita que sentimentos devem ser vividos quão rápido eles surgem. Por mais que depois eu pare e pense “cara, isso não tá certo”, de alguma forma o eu do momento precisa se manifestar. Tudo isto porque sinto como se a acada momento que passasse eu me tornasse alguém diferente e o que eu fui antes, simplesmente se perde se não deixar alguma marca pra ser lembrado.

Deixe eu me explicar direito. Tou escrevendo esta carta às 22:15. Eu tava deitado, assistindo um filme que me fez sentir vontade de escrever. Agora a pouco eu tava pensando em como eu gostaria de estar viajando. Largar tudo e viver o que eu realmente sinto vontade, conhecendo a Europa, vivendo livre e criativamente. Daí pensei, que eu precisava registrar este momento. Outro pensamento dizia “não, deixa pra amanhã, depois você escreve”. Mas eu sabia que amanhã eu serei outra pessoa e talvez esta pessoa nem ao menos sinta quão importante este momento é pra mim. Simplesmente esta pessoa pode decidir que não é importante e não escrever. E assim, o que o eu de agora 28/02/2013  às 22:21 tem vontade de fazer estará perdido para sempre.
Por outro lado, de vez em quando, o eu do futuro me manda algumas informações revelando o que eu vou sentir e pensar depois. E este é o motivo que me faz viver em um malabarismo, pois não posso agradar totalmente quem sou hoje, quando isto implica em ofender quem serei amanhã.
Toda esta conversa atemporal me deixa realmente perplexo às vezes. É que de vez em quando me perco em quando eu estou. Neste exato momento, ainda não sinto vontade de pensar em como pode ser arriscado largar tudo. Na verdade, me sinto triste de pensar que daqui a algumas hora eu vou me conformar e tirar a ideia de ir pra longe da cabeça.

Surreal

February 23, 2013 by

A persistência da memória – Salvador Dalí

Livre das barreiras do tempo, idade, origem, espaço e limitações desenvolvidas com a desculpa de nos defender dos males da vida, mas que mais nos servem de males piores. É livre de tais barreiras que adentramos o domínio daquilo que sentimos como Surreal.

Por exemplo, o Amor é o mais incompreendido dos dons divinos da humanidade. Logo cedo, quando começam a se depararem com as dificuldades da vida, as pessoas não resistem e se esquecem do que é o Amor.
Daí, quando dizem “aquele antigo eu, que amava e se entregava à vida e às emoções como um artista a um quadro, morreu”. Também é a partir deste momento que nossas ações deixam de parecer belos quadros em ação de graças à Natureza.
Mas não venho apenas observar uma condição menos feliz. Vos trago também boas novas neste texto.
O Amor é tão intrigante, imprevisível e não-linear que nem mesmo tal sincero, mas sem deixar de ser teatralizado, “morreu” do sujeito, deixa o Amor de existir no âmago de quem quer que seja.
Por outro lado, se por um acaso, alguma coisa ou alguém em vossas vidas vos fez voltar ou avançar no tempo, parecer mais novo ou mais velho, como se estivésseis enxergando mais amplamente o certo e o errado, toda a realidade e, acima de tudo, vos fazendo sentir um Amor que sabe respeitar o aqui e agora. Então vós entrastes em um estado Surreal e sois um experimento vivo à favor de minha teoria.
Tal estado de espírito, que não me julgo capaz de traduzir em palavras, apenas vos mostra a necessidade de expandir sempre as barreiras humanas, jamais encurtá-las. A necessidade de amar sempre mais, com sabedoria e discernimento, porém sempre mais.
O estado Surreal é instável como um sonho. Porém, com lições duradouras para toda a eternidade. Por exemplo, de que uma vida boa é feita de bons momentos nos quais sabemos esquecer todos os impedimentos e nos entregar à bela pintura que a vida.
Estejam atentos e aproveitem o momento.

Não reprimir

July 29, 2012 by

Ao nos concentrarmos no estudo da liberdade, percebemos que a repressão do comportamento constitui-se em uma das atuais formas de escravidão mais frustrantes e agoniantes. Portanto, com o interesse de evitar as repressões impostas, propomos não reprimir. Isto porque aquele que não dá, dificilmente aceita, pois é dando que se recebe, seja algo bom ou ruim.

Observamos também, que cada pessoa tem algo a oferecer e devemos buscar aquelas quando motivados a conviver com tais característicass. Caso desejarmos interagir com outras qualidades, acreditamos que deveríamos, prioritariamente, ir ter com outras pessoas, ao invés de forçar alguém a ser como gostaríamos naquele momento. Por exemplo, buscamos um médico quando queremos nos aconcelhar sobre saúde. Por outro lado, tolo é quem critica um médico por não saber projetar uma instalação elétrica ou escrever um programa de computador. Que o cliente procure outro profissional, pois o certo é cada macaco no seu galho, correto?

Do mesmo modo, seria correto proceder com os diferentes tipos comportamentais. Abaixo listamos alguns estereótipos e como não proceder, bem como seria correto lidar com eles.

Como aproveitar sem reprimir

Promíscuo

  • Não questionar a conduta e não compará-lo ao policamente correto.
  • Correto é buscá-lo quando interessado em diversões, de preferência as passageiras para desestressar e desviar a cabeça dos problemas.

Puritano

  • Não exigir-lhes que “aproveitem mais a vida” ou mencionar que eles a “desperdiçam” por nem sempre gozarem de todos os prazeres.
  • Correto é contar com tal pessoa para tarefas em que as distrações dos sentidos devem ser evitadas.

Religioso

  • Não esperar que eles assumam uma postura verbal contrária aos dogmas de seu credo, por mais que eles ajam de forma contrária.
  • Correto é perguntar-lhes sobre observações teóricas para lidar com os problemas da vida.

Estes exemplos servem para ilustrar a idéia basica da não repressão: “reconhecer o que cada um se dispõe a oferecer e saber aproveitar“.

Observações finais

Há dois pontos a serem comentados antes de terminarmos este texto. O primeiro é que não estamos propondo castas. Todos tem o direito de assumir uma ou outra conduta a cada momento. O segundo ponto é a educação. Não reprimir não é o mesmo que não educar. Apenas propomos que a educacão e as sugestões de mudança de conduta só deveriam surgir com a necessidade de oferecer um novo dom. Assim, o promíscuo, por exemplo, só seria aconselhado sobre reforma comportamental quando, por vontade própria, desejasse ser útil como alguém que não vivencia a promiscuidade.

Liberdade

June 28, 2012 by

A morte não exite, Besouro! A morte é viver debaixo da bota dos outros! 

– Mestre Alípio, no filme “Besouro”

Talvez um dos temas que, conscientemente ou não, mais me interessa é Liberdade. Sendo que nesta preocupação as perguntas que mais me acompanham são:

  • Quão livre nós realmente somos?
  • Quão livre é nosso arbítrio?
  • O que pensamos ser nossa vontade mas na verdade é imposição do corpo (fome, cansaço, falta de sexo, etc), fraqueza da mente (medo, ansiedade, biaxa-estima, etc) ou pressão alheia?
  • Em que condições somos subjulgados e como perceber e superar aquilo que nos limita a ação?

Dentro deste tema, analisaremos estas perguntas nos seguintes contextos:

  • Ímpeto: como desenvolver a coragem para agir e na hora certa?
  • Certo e errado: como viver sabendo que tudo é permitido sem se tornar um criminoso?
  • Liberdade do corpo: como expandir as possibilidades do físico?
  • Liberdade da mente: como expandir as possibilidades da mente?

Pretendo escrever post para cada contexto. Então, se este for um tema de seu interesse, inscreva o RSS do Theoretical Something e fique ligado.

Dúvida mata ou ensina a viver?

April 23, 2012 by

Hoje, um post do blog Get More from Life nos motivou a retomar a pergunta “É melhor viver cheio de dúvidas ou em meio a respostas erradas?“. Neste post, o Scott Young começa citando o ganhador de Prêmio Nobel, Richard Feynman, em uma entrevista para a BBC, em que o físico afirma:

“Eu posso conviver com a dúvida e a incerteza. Eu penso que isto é muito mais interessante que viver com respostas que podem estar erradas. Eu tenho respostas aproximadas e diferentes graus de incerteza sobre várias coisas, mas eu não certeza absoluta de nada.”

A idéia principal do referido artigo, intitulado “Aprendendo a duvidar”, é que incerteza é a única maneira correta de pensar. Não que o autor sugira uma incredibilidade niilista, mas antes uma ponderação racional de que o cálculo de probabilidades é a maneira mais acertada de se abordar os fatos da vida. Ou seja, jamais assumir certeza total e cega, mas antes deixar um espaço para uma reviravolta nos conceitos.

Tal pensamento, nos faz lembrar de uma principais proposições da Conscienciologia, o Princípio da Descrença que diz:

“Não acredite em nada, nem mesmo no que lhe informarem aqui. EXPERIMENTE. Tenha suas experiências pessoais”.

O maior problema quanto a viver em meio ao incerto, tal como proposto acima, é o medo. Uma consciência comum, fraca e insegura, tem mais facilidade em entregar seu destino às deliberações de um pai, mestre, guru ou guia religioso que assumir as próprias responsabilidades e conseqüências por escolhas e posicionamentos. Tal forma de pensar também pode incomodar quem nos observa. Por exemplo, quando certa vez citamos um pensamento que adotamos quando ainda pequenos, acabamos por ofender a nossa companhia. O pensamento é o seguinte:

“Eu não boto minha mão no fogo por ninguém. Todo mundo é falível, pode trair e se deixar levar pelas paixões”.

No entanto, percebamos que tal pensamento não implica na total desconfiança de nossos relacionamentos, amizades e demais pessoas próximas. Mas apenas a abertura mental para a possibilidade de alguém, buscando a própria felicidade, nos magoar, trair ou ofender.

Desta maneira, podemos considerar apenas graus de confiança nas pessoas e situações. E, baseados nestes graus tomamos as decisões que acharmos mais inteligentes. Lembrando sempre que podemos incorrer em decisões improfícuas, uma vez que vivemos em meio ao paradoxo.

Alguém pode perguntar: mas como, por exemplo, manter um relacionamento afetivo, religioso ou profissional que “exija 100% de confiança” para dar certo. Nossa resposta começa mais ou menos assim:

“Não existe nada na vida que exija 100% de confiança ou certeza para funcionar. Além disso, podemos sempre lembrar da dimensão do tempo, quem duvida pode esperar pela verdade, sem que para isso precise deixar de agir sob seus princípios. A desilusão pode ferir, mas o prazer de avançar quando todos os outros permaneceriam paradas foi sempre o pensamento que motivou os maiores homens”.

Além disso, acreditamos que se aproxima o tempo de termos a maturidade suficiente para abandonar o pensamento proposto por Giacomo Casanova para combater os ataques de Voltaire à superstição:

“Se Voltaire tivesse sido um filósofo adequado, ele teria mantido silêncio sobre este assunto… as pessoas precisam viver na ignorância pela paz geral da nação”.

De fato, imaginemos se repentinamente todos percebessem que mesmo as palavras dos homens mais sábios e os livros mais sagradas são baseados em opiniões em existem ocasiões em que estes podem fornecer interpretações inadequadas. Alguns acreditam que isto seria o caos. Mas a necessidade de nos educarmos em Moral e Ética, assumindo o livre-arbítrio e a incerteza como as bases fundamentais, é cada vez mais pungente. É hora de assumir a realidade da dúvida e com ela ter o otimismo íntimo para aprender a conviver.

Todo o trabalho é feito pelas árvores

April 17, 2012 by

Todo o trabalho e feito pelas árvores.
Cabe a nós como ferramentas diminutas reconhecer a maravilha dos serviços prestados por estes entes da Natureza e os espíritos do Universo. Quantas belezas não são diariamente operadas neste mundo incrível? Quão imensos não são os recursos que o Pai dignou ao nosso planeta para embelezar e educar? Pobre do pintor, que só pode se emocionar perante tanta coisa maravilhosa. Quem lhe dera pudesse operar tantas belezas…
Mas feliz daquele que vai além da admiração e se alista nas fileiras da prestação de serviços, tomando as raízes, troncos e folhas como exemplo. Feliz do espírito que participa desta harmoniosa sinfonia Natural, pois expandirá agradáveis sombras ao seu redor, será lugar fixo que outros se sentem seguros para procurar, transformará recursos em fontes facilmente aproveitáveis, operará belezas.

Não há mestre tão bom como o tempo

April 17, 2012 by

A Teoria da Relatividade fez uma proposta filosoficamente interessante:

“Ver a dimensão do tempo como algo tão trivial como qualquer uma das outras três dimensões do espaço.”

A dificuldade psicológica de abordar a dimensão do tempo desta forma deve-se ao fato de não termos acesso instantâneo a uma considerável fração de tempo simultaneamente. Ou seja, cada trecho temporal deve ser vivenciado de uma vez, como o presente sendo apenas um instante enquanto que o passado e o futuro de interesse podem se tornar distantes. Por outro lado, basta olhar envolta para considerar três dimensões de espaço em um vislumbre.

O lado bom da atual análise é que a dificuldade de desenvolver uma mentalidade relativística não é um problema inabordável e sem soluções. Por exemplo, a seguir, anotamos três propostas que podem ajudar a entender o tempo como algo tão acessível e real como “olhar prum lado, pro outro, pra frente ou pra trás”.

Paciência. O antônimo da ansiedade fornece ao seu detentor uma resistência que lhe permite esperar pelos frutos das sementes que germina. Sem paciência é impossível entender passado e futuro como algo tão concreto quanto o presente. Aliás, o tempo não poupa aquilo que é feito sem ele. Para desenvolver paciência, em nossa instrução particular, a doutrina que melhores teorias e ensinamentos forneceu foi o Espiritismo. A partir da percepção de que a certeza em uma forma de vida após a morte e da importância da vida pensamental nos tornam mais calmos perante as vicissitudes do dia-a-dia.

Tolerância ao paradoxo. Michael J. Gelb em seu livro sobre Como pensar como Leonardo da Vinci discute que uma das principais características do gênio é ser capaz de avançar mesmo quando em dúvida, mesmo em meio ao paradoxo. Tudo isto através de uma utilização pragmática da intuição, do bom senso e da sorte. Isto porque esperar pela certeza nem sempre é o mais adequado ou mesmo viável. A confirmação quanto ao certo e o errado podem vir um dia, mas perder a chance de agir pode ter custos irreparáveis.

Experiência. Nós nos lembramos que Sherlock Holmes costumava citar o Eclesiastes dizendo que “não existe nada de novo sob o Sol”. Foi utilizando este pensamento que ele decidiu estudar o maior número de casos criminais possíveis e, partir daí, ter idéias para deduzir todos os outros com os quais ele se deparasse. E assim é o restante da vida. Tudo que nos surge é uma repetição ou pequena alteração sem saltos muito impressionantes daquilo que já foi. Se algo se nos apresenta muito complicado ou assustador hoje, será senso comum ou caso vivido amanhã. Daí, segue-se que viver só se aprende vivendo. Se reprimir fugindo das experiências só adia o aprendizado e fomenta o drama da falta de sabedoria do presente. Claro que um pouco de teoria antes de viver é como tomar alguns instrumentos antes de se atirar ao mar: serve para guiar um pouco!!! Esta a proposta do Theoretical Somenthig.

Sendo paciente, tolerante e experiente, o homem passa a ver o amanhã como algo cada vez mais concreto. Vai também se tornando mais distante daqueles que utilizam a incerteza da própria vida no amanhã como desculpas para evitar a vivência consciente e integral no presente.

Concordamos que é difícil expressar como deve ser a sensação do sábio que lida com o passar dos dias com uma destreza e serenidade que nos faz acreditar que ele seja precognitor. Mais difícil ainda é escrever teorias sobre como chegar a tal patamar. Porém, como agir fornece mais experiência que a estagnação, deixamos o presente texto e a seguinte cantiga proveniente do Tambor de Mina e Umbanda.

Eu tava na beira da praia

Tomando conselhos com o vento

Foi quando ouvi uma voz me dizendo

Não há mestre tão bom como o tempo

Tempo bom, tempo ruim – Sobre a maré do humor feminino

March 22, 2012 by

Uma boa mulher pode ser difícil de ser conquistada. Uma mulher com que vale a pena conviver por muito tempo pode exigir ser reconquistada continuamente. No primeiro encontro devemos superar as repressões da primeira vez, no dia-a-dia, os desafios e testes de amor impostos pelo ânimo feminino aparentemente caótico.

As frases acima são quem nos motivam a querer lidar com a tumultuada dinâmica do humor feminino.

Sejam por ciclos hormonais ou por focarem suas vidas nos aspectos sentimentais, emocionais e afetivos da vida, algumas mulheres variam muito o seu humor. Por vezes, uma mulher pode ter dia e hora marcada para deixar de amar por algumas horas a pessoa com quem compartilha a vida a tempos. No entanto, cabe ao homem determinado ter a força de vontade para saber lidar com o touro brabo que as mulheres de sua vida se tornam. Afinal de contas, em um rodeio o vaqueiro não vai olhar para a platéia e dizer: “este touro está muito zangado, vou esperar que ele se acalme um pouco para depois montá-lo“. Muito pelo contrário, quanto mais agitado o boi, melhor o desafio e mais claro fica a determinação do peão de rodeio. Então, a seguir apresentamos algumas análises sobre momentos em que as mulheres costumam se tornar particularmente arredias, exigindo masculinidade e determinação dos homens de sua vida. A idéia básica é ser determinado e não permitir que a maré do humor feminino afete sua retidão moral e serenidade emocional, enquanto dá à mulher o melhor de seu amor.

TPM – Quando este momento do ciclo menstrual chega e as mulheres se tornam treinadas para matar podem acabar ficando particularmente repulsivas. Em nossa opinião, será sábio aquele que ficar atento à tabelinha de sua mulher. Por sorte (ou azar) os ciclos menstruais se sincronizam e as mulheres de um grupo tendem a entrar em TPM em momentos próximos, não sendo necessário lidar com a tensão o mês inteiro. Nestas horas o mais estratégico é evitar tomadas de decisões importantes e conversas de forte carga emocional, como por exemplo, discutir relações, comentar planos para o futuro e pedir opiniões racionais. O interessante é que exatamente nestes períodos que as mulheres se tornam mais motivadas para tais confrontos. Então, caro leitor, sugerimos, fique atento e não deixe que o ciclo hormonal das mulheres controle o seu humor e sua vida. Por questão de exemplificação, repita em voz alta: Eu sou estressado e manipulado pela TPM das minhas mulheres. E sinta quem de fato é a mulher de quem na relação.

Mal amada – Quem concentra a vida em uma missão espiritual, profissional, humanitária, artística, etc ao sentir que não recebe o apoio de suas companhias, sendo antes atrapalhados por eles, pode acabar tendo que ter a determinação de se livrar deles, por mais que isto doa. No entanto, quem foca a vida em uma pessoa através de um namoro, casamento, paternidade, etc pode acabar se sentindo deveras mal amado quando não recebe em troca a gratidão esperada do foco de seu afeto. Agora, analisemos juntos, se um bom homem divide sua atenção entre sua missão e sua mulher, será incapaz de se dedicar tanto a ela quanto ela esperava. Logo, ela entrará, sem avisar, em estados de humor desagradável sem aviso prévio, por vezes mesmo demonstrando desafeto pela missão de seu homem. Nestas horas, o missionário tentará, por exemplo, comentar seus sucessos no presente e planos para o futuro e ela reagirá com indiferença, resmungando antes do fato de ele ter deixado o quarto bagunçado ou outro detalhe inexpressivo. Um homem ambíguo, que espera pela aprovação dos outros, se deixará irritar. Mas nós, sugerimos o exercício, repita em voz alta: Eu me irrito e choro quando minha mulher não diz se estou indo na direção correta. E verifique por si mesmo quem é a menininha mal amada de sua casa. Já o homem determinado lembrará o objetivo de cada mulher em sua vida e, daquelas que espera afeto, irá dar carinho, atenção e amor na hora certa para receber o mesmo em troca. Afinal de contas, um determinado já dizia que é dando que se recebe. Tal homem deixará as discussões filosóficas para o crânio sobre sua estante, para os colegas de trabalho háptos, ou mesmo para um momento em que sua mulher esteja emocionalmente propícia.

Masculinizada – Ficar estressada para querer saber o que vai comer no dia seguinte, se vai pagar a conta de luz, se os filhos vão ser expulsos do colégio, etc. não são, convencionalmente, preocupações para a cabeça de uma mulher. Quando elas se preocupam com o que era esperado de seu homem, tenderão a se masculinizarem, se tornando menos dengosas, menos radiantes, mais parecidas com um colega de trabalho que com uma namorada. Para que não pareçamos muito extremistas, repita em voz alta: Eu fico enciumado e inseguro enquanto minha mulher se vira porque eu ainda não “me identifiquei”. Acreditamos que com isto da para perceber quando estamos sendo ambíguos, precisando de uma missão de vida da qual nossa mulher faça questão de apoiar, jubilando no gozo de ser feminina para alguém de valor. Só para ajudar na identificação, uma mulher masculinizada é aquela que responde “henhein” voltando para trocar a lâmpada enquanto seu homem diz que a ama tentando beijá-la.

Depois de tudo isto dito e feito, voltamos um pouco atrás e assumimos existem forças da natureza além de nosso alcance. Não dá para atravessar um oceano a nado sem descanso, não dá para apagar um incêndio em uma floresta com um copo d’água. Da mesma forma, existem mulheres que amamos, mas que são incompatíveis com o tempo e esforço que podemos lhes dedicar. Nestas horas, é uma maior prova de amor deixá-las para que outro, em melhores, condições as assuma. Claro, que não sem antes uma boa e determinada tentativa.

Para terminar, uma frase do Don Juan de Lord Byron para nos guiar na lida com o humor feminino daqui para frente:

“Em sua primeira paixão, a mulher ama seu amante

em todas as outras, o que ela ama é o amor.”

Seja determinado, não ambíguo – Notas sobre um perfil firme

January 31, 2012 by

Obs. Escrevemos como se o leitor fosse do sexo masculino, mas esperamos que as devidas transformações sejam realizadas na mente de cada um para evitar excessos no texto.


Dúvida, incerteza, inconstância comportamental, variar o jeito de pensar e planejar com o fluir dos sentimentos são atitudes dos seres ambíguas. Seguir a maré de tal forma é importante para expressão sentimental e talvez artística, em alguns casos. Mas para aquele que quer viver sua essência, se dizer determinado com total confiança, então ele deve ser sincero.

A sinceridade a que nos referimos acima, não implica em dizer a verdade para todo mudo, basta que ele assuma para si mesmo SEMPRE a razão dos seus atos e pensamentos, por mais que lhe doa. Por exemplo, caso você queira tomar uma atitude que julga incorreta, não precisa confessar para os outras, basta compreender e assumir para si mesmo, buscando entender suas reais motivações. Neste post, o estudo deste assunto se divide em três principais subtemas: trabalho, relacionamentos e convívio.

Trabalho. Não adianta ficar reclamando do seu chefe sem tomar atitudes, isto nunca vai mudar suas condições de trabalho. Se você estiver insatisfeito neste aspecto, assuma e se esforce para melhorar de emprego ou no mínimo fazer as exigências ao seu direito. Caso, não acredite ter condições para tal, seja mais honesto ainda e aguente os problemas. Reclamar e tentar jogar a responsabilidade das suas culpas para os outros não vai resolver. Além disso, trabalhar mal às escondidas por se julgar mal recompensado é atitude de infantil que só acaba com a reputação da pessoa. Seja determinado e se arrisque ou seja determinado e assuma sua mediocridade com dignidade.

Relacionamentos. Um nosso irmão, certa vez comentou que via com felicidade o aumento no número proporcional de divórcios. Para ele, tal crescimento refletia o fato de que as pessoas não estavam mais se submetendo a condições que as deixavam infelizes, mas lutando por suas satisfações. Isto é bem verdade. De fato, por um lado temos mais pessoas se tornando determinadas de verdade. Porém, a casos também, dentro destas mesmas estatísticas, de fuga e fraqueza. O normalmente mais incomodo, não são as separações em si, é bem provável que este momento seja de alívio para ambos. Ruim são os dias e, quem sabe, anos de brigas e desentendimentos incômodos para ambos. Discutir a relação é para ser uma atividade pragmática, visando resultados bons para os dois. Viver por anos com uma pessoa e esperar que ela mude aquele hábito incomodo é normalmente uma tolice. Além disso, se você se interessou por outra, não culpe sua mulher por isso. Ou vá viver seu affair ou mantenha-se com sua mulher. Listar e integrar os problemas do seu relacionamento e utilizá-los como desculpa para casos extraoficiais é uma forma de fuga, fraqueza e impede que o homem conheça-se a si mesmo. Seja determinado e aceite sua mulher do jeito que ela é ou seja determinado e diga “Próxima!” por sua conta e risco.

Convívio. Esta análise é para casos mais gerais. A principal atitude do homem não ambíguo é não esquecer seus objetivos, missões de vida e paixões. Por vezes, mesmo alguém determinado deve abrir mão da sua vontade em prol de um investimento maior. Mas vale lembrar que quanto mais concessões contra seus objetivos ele faz, sejam para sua mulher, chefe, pais ou filhos, mais distante ele se torna de si mesmo, mais ambíguo ele será. Um estudo de caso de honestidade e determinação é o do pintor Monet:

    Monet engravidou uma namorada quando mudou-se para Paris para aprender a pintar. Porém, seu pai impôs como condição para continuar financiando-o que ele abandonasse a mulher de classe social inferior à dele, que não a assumisse, nem se casasse. Monet foi honesto consigo mesmo, reconheceu que a pintura era mais importante que tudo e disse para a mulher que não iria casar-se com ela. Porém, Basílio, um grande amigo seu, que também era estudante de pintura, porém mais abastado, disse-lhe algum tempo depois que poderia financiá-lo, comprando-lhes os quadros por um dinheiro que seria suficiente para (parco) sustento. Novamente, Monet foi honesto e, depois de garantir sua missão de vida com a pintura, abriu mão da mesada do pai e foi viver em condições mais difíceis, porém, com a mulher que amava.

Ser honesto consigo mesmo pode ser difícil e dolorido para o homem e aqueles ao seu redor, porém é a única maneira do homem conhecer a si mesmo mais completamente. Fazer a vontade dos outros não garante que estejamos certo, muito pelo contrário, pois, por mais que uma pessoa diga que quer o seu melhor, na verdade ela apenas quer aquilo que seria melhor para ela, caso estivesse no seu lugar. Algumas vezes o homem vai fazer a sua vontade e vão acreditar que ele age manipulado por outros, mas o homem deve SEMPRE reconhecer para si mesmo qual é a verdade. Perceba que quando você procura por uma opinião, comumente busca aqueles com um pensamento parecido com o que deseja guiar sua decisão. Logo, importa primar pela auto-aprovação, antes da inter-aprovação. Ficar esperando por aquele tapinha nas costas do papai, cafuné da mamãe ou beijinho da mulher talvez seja uma maneira técnica e confirmada de partir sua alma no meio e viver sempre ambíguo.

Não ser ambíguo é também fundamental para os momentos de decisões importantes. Uma boa dica para se assumir na hora de tomar decisões importantes é imaginar-se no futuro, por exemplo, “daqui a dez anos, qual das opções, com possíveis sucessos e fracassos me trará mais felicidade e satisfação dos meus sonhos e missões?“. Mudar de emprego e arriscar-se em uma nova carreira. Continuar ou trocar de mulher. Casar-se ou viver como solteiro. Ficar com a família, mulher e amigos ou viajar para longe em busca de um sonho. Todos são exemplos de decisões do tipo em que é muito importante ser determinado e assumir a responsabilidade pelas escolhas. No final das contas, enquanto alguns abrem mão da própria liberdade para viver cegamente sob uma verdade ditada por outros, é muito difícil para o ser humano dizer o que é verdadeiro. Proibido ou permitido, é somente aquilo que cada consciência e alguns consensos julgaram como tal. Limitar-se e abrir mão da liberdade, em nossa opinião, só gera sofrimento, insatisfação e o pior de tudo, ambiguidade. Seja determinado e garanta sempre que seu suor e lágrimas sejam por algo de valor.

Uma última nota sobre a sintaxe utilizada neste texto é diferenciar ambiguidade de paradoxo. O mundo em que vivemos é essencialmente incerto, logo paradoxal. Deve-se assumir quando não se sabe algo o suficiente. Mas o ambíguo será ansioso e não saberá aceitar esperar pelo conhecimento, tomando uma atitude ou escolha apressada, que por vezes podem mesmo afastá-lo da real satisfação de seu sentido na vida.

Da arte de se concentrar com barulhentos por perto

January 30, 2012 by

Este post é principalmente para aqueles que trabalham em casa.

Para aqueles que realizam trabalhos que exigem concentração, raciocínio e o máximo de dedicação e imersão mental nas tarefas, tais como jogadores de xadrez, pesquisadores científicos, certos escritores, alguns pintores, músicos, etc., o silêncio e tranqüilidade são fundamentais para correta execução das atividades. O “problema”, ou maior impedimento, nestes casos são por vezes aqueles que mais amamos e não podemos nos distanciar definitivamente, ou seja, nossos familiares, colegas de trabalho e amigos.

O objetivo deste texto é sugerir técnicas para obter um tempinho para trabalhar sossegado mesmo em meio às distrações proporcionadas por entes queridos. Pois, como observou o Leonardo da Vinci, “quando um homem trabalha sozinho ele é totalmente seu, porém, quando acompanhada, ele é apenas parcialmente seu”. As classes de pessoas que são estudadas neste texto são a(o) namorada(o), crianças, sejam filhos, irmãos, sobrinhos, etc., pais e mães e colegas de trabalho. Especificamente, este texto não é para aqueles que trabalham em um escritório isolado, mas para aqueles que ou compartilham seu escritório com diversas pessoas ou que trabalham em casa.

Lidando com sua namorada. Se você disse para uma pessoa que gostaria de namorá-la, então você está se comprometendo em dedicar parte das horas do seu dia somente para tal pessoa. Se você dedicar sempre um momento diário específico para seu amor depois do seu trabalho, então possivelmente não será importunado por ela durante o expediente. Porém, caso ela exija atenção contínua durante seu trabalho, apresente-se, de maneira educada, menos carinhoso e atencioso durante o trabalho que quando pessoalmente. Isso irá encorajá-la a deixar o que tem para dizer no momento em que você está mais disposto, no momento que em você é de fato só dela. Nós não recomendamos cometer o erro de dizer ou deixar claro para sua namorada que seu trabalho, missão ou arte é mais importante que sua vida sentimental. Além de ser muito egoísta, normalmente é mentira. É mais comum que trabalho e namoro sejam partes igualmente importantes da vida de qualquer um. Caso discorde, experimente dizer para pessoa que você ama que ela não é tão importante quanto seu trabalho e analise como você se sentirá quando perdê-la para alguém que pense o contrário. Se sua companheira(o) não é de fato seu tão importante assim, do mesmo modo evite comentar o significado emocional desta pessoa na sua vida. Evite o contrário também, ou seja, mentir e criar uma expectativa de atenção. Viva como acredita, mas evitando, tanto quanto possível, magoar alguém.

Lidando com crianças. Caso sua casa tenha filhos, irmãos pequenos, sobrinhos ou outros abençoados, provavelmente também terão barulho e bagunça. Lidar com crianças para obter sossego é por um lado mais fácil e por outro mais complicado. O lado fácil é que você sempre pode fingir que não as escuta, o que pode ser bem verdade se estiver utilizando uma das principais ferramentas do concentrado em meio ao barulho: fones de ouvido. O lado complicado é que as crianças nunca se tocam e só deixarão de lutar por sua atenção quando dormindo, entretidas por vídeo games ou Discovery Kids, ou quando estiverem interessadas na atenção de outra pessoa. Sempre funciona definir um quarto de trabalho proibido para crianças onde você se tranca, coloca os fones de ouvido e trabalha sossegado. Porém tome dois cuidados: o primeiro é de ter certeza que terá alguém para cuidar das crianças enquanto vocês trabalham, pois elas tendem a se vingar da falta de atenção em tudo na casa; o segundo cuidado é de não deixar nada ao acesso delas quando você não estiver no quarto proibido, pois este se tornará o cômodo da casa favorito delas depois que ele se tornar “proibido”. Quando não estiver trabalhando, dedique algum momento de atenção para as crianças, esta é a hora de se aproveitar de fato de você ser uma pessoa de limitado acesso para se tornar especial para elas. Tal efeito é o que faz com que algumas crianças gostem mais do pai que só chega à noite para dar carinho e brincar, que a mãe que passa o dia inteiro cuidando, brigando, batendo e colocando de castigo. Lembre-se, ingratidão é a essência de qualquer ser menos racional, utilize isto a seu favor. Desse jeito, você poderá proibir as crianças de chegar a você e depois fazê-las te amar ainda mais. É o efeito Jesus, que primeiro sempre aceitou que os apóstolos trabalhassem de guarda-costas, mas que no momento certo soube dizer “vinde a mim”.

Lidando com os pais. Esta é a hora de saber dizer não para os favores e exigências dos pais. Porém, para ter moral, não deixem que eles te vejam se divertindo no local de trabalho ou estudo, eles pensarão “se ele está brincando, então pode trabalhar para mim”. Mantenha sempre o respeito pelo seu local e momento de trabalho, desta forma, sempre que você disser que está ocupado poderá utilizar a pressão moral de perguntar “você vai querer atrapalhar meus estudos/trabalhos com isto?”. Também não seja um filho ruim, reserve alguma atenção para seus pais, principalmente para sua mãe, com quem você foi tão ingrato na infância (ver item anterior).

Lidando com colegas trabalho. Aqui falamos daqueles colegas que importam, aqueles que podem ser maltratados, esquecidos ou ignorados sem maiores perdas, deixamos ao bom senso de cada um a melhor maneira de lidar. Para tratar com os colegas de trabalho os fones de ouvido são fundamentais. Mesmo que você tenha ouvido a seus chamados, não responder logo de cara destacará um pouco mais o incomodo e a distração das suas obrigações. Sem os fones, é mais difícil convencer alguém de que você não o escutou. Fones sem nenhuma música também funcionam. Isto os desencoraja a distrações futuras. Caso seu colega tenha chamada atenção para algo que você nunca mais quer que aconteça, recoloque seus fones e volte ao trabalho sem dizer uma palavra, ou no máximo um “hmmm!” sem sorrisos. Nós não gostamos de abordagens mais diretas como “pare de me atrapalhar, não vê que estou tentando me concentrar”, preferimos algo como “espara aí só uns minutinhos, deixa só eu terminar esta seção aqui que eu falo contigo”. A idéia é sempre fazer seus colegas esperarem um pouco por sua atenção, em algum momento eles lembrarão que te mostrar algo é uma tarefa muito demorada e que só vale a pena quando se tem algo de importante para mostrar.

Lidando com os amigos. Deixe-os para depois do trabalho ou para momentos específicos ao Facebook, MSN ou por SMS. Jamais os responda a qualquer momento, pois eles te distrairão sem se dar conta do quanto. Se alguém tiver algo de realmente importante para mostrar, ligarão para seu trabalho, falarão com seu chefe ou tentarão outra abordagem mais direta, nunca em uma mensagem rápida de internet. Caso queira tempo nos momentos em que eles normalmente se reúnem para sair, sempre aceite o convite e depois que não comparecer, se desculpe falando a verdade (tive um trabalho de última hora para fazer) ou com alguma mentira inocente. Negar continuamente os convites te classificará como “o que nunca sai” e te excluirá de convites futuros. Mas lembre-se, furar sempre também acabará te excluindo de convites futuros.

Dicas genéricas. Independente de quem esteja gerando a distração que você deseja evitar para trabalhar, pode-se observar que algumas dicas são genéricas, como, por exemplo, dividir bem quando é horário de trabalho e quando você está livre para dar atenção a quem precisa. Lembrando que uma hora de atenção total para uma pessoa vale muito mais que diversas horas com alguém enquanto se está pensando em trabalho. Por mais que possa parecer dolorido ignorar as pessoas no começo, lembre-se da lei econômica de Smith “quanto menor a oferta, maior a procura”. Se sua atenção é escassa, será mais valorizada, seja por seus filhos e crianças, namoradas, pais ou amigos. Repetimos, lembre-se do filho pródigo que foi recebido com a maior festa depois de ter sumido, enquanto que o filho trabalhador que ficou em casa nunca recebeu uma festa para farrear com os amigos.

Notamos mais uma vez que fones de ouvido, de preferência headsets de qualidade, são muito importantes por isolarem do barulho exterior e evitarem que um desavisado se ache no direito de te incomodar porque acha que “você não está trabalhando, mas apenas ouvindo música”. Quanto a músicas para ouvir com fones de ouvidos preferimos as instrumentais. Alguns dos álbuns que mais nos ajudam a nos concentrar são

  • Armin Van Buuren – A State Of Trance 2009 [2CD]. Música eletrônica de ótima qualidade que nos foi recomendada por um colega de trabalho que também as utiliza com os objetivos aqui analisados, chamado Polyelton Amorim.
  • Christopher Wilson – La Magdalena – Lute Music in Renaissance France e Lute Music Vol 2 – Early Italian Renaissance – Paul O’Dette. São dois álbuns de música renascentista bem tranqüila e que nos ajudam bastante. O som do alaúde
    é muito agradável.

Apesar de fornecerem alguns resultados mesmo na melhora do coeficiente de inteligência, as músicas clássicas que possuímos não nos serviram muito bem para concentração, mas sabemos que servem muito bem para outras pessoas, então, a dica é testar a que serve para você.

Algumas músicas com vocais que costumamos ouvir nestes momentos são

  • Heidevolk – Wodan Heerst MCD (2007). A força no viking folk metal tem nos sido realmente estimulantes durante o trabalho. Mas por vezes estas músicas empolgam demais e acabam distraindo. Este efeito de distração também nos é muito forte com músicas religiosas. Aparentemente, ambos os estilos de músicas nos evocam um estado de louvor a algo poderoso e superior que, portanto, devem ser evitados quando o objetivo é concentração no trabalho.
  • The Libertines – The Libertines (2004). O efeito descontraído da música indie nos ajuda no desligamento do mundo e concentração nas tarefas. O efeito colateral é a vontade de farrear depois do trabalho, que pode ser ideal para cumprir com aquele objetivo de deixar a hora do trabalho para o trabalho e a hora da diversão para diversão.
  • Ceumar – Sempre Viva. Nós evitamos ouvir músicas em português, mas na prática as músicas deste álbum não nos distraem tanto. O lado ruim é que depois elas ficam na cabeça.

Conclusões. De maneira geral, recomendamos, tranque-se em algum lugar só com você, seu trabalho, seus fones de ouvido e atenção limitada e em momentos específico para as pessoas que te esperam do lado de fora.


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